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quarta-feira, 24 de janeiro de 2024

EVANGELHOS EM IMAGEM – Parábola do Semeador


Os três primeiros relatos evangélicos contidos no nosso Novo Testamento (Segundo Testamento) são chamados de “sinóticos”, pois os escritores registram o mesmo acontecimento, mas cada um deles o faz por uma ótica distinta, utilizando um vocabulário próprio (ainda que bastante semelhante) e o faz dentro da organização literária própria. Portanto, eles não utilizam apenas tipo - cópia e cola -, mas na leitura de cada uma temos lições próprias a serem extraídas (para isso é necessário examinar atentamente o contexto em que são inseridas).

PARABOLA DO SEMEADOR

Mateus 13.1-9

Marcos 4.1-9

Lucas 8.4-8

1-No mesmo dia, tendo Jesus saído de casa, sentou-se à beira do mar

2-e reuniram-se a ele grandes multidões, de modo que entrou num barco, e se sentou e todo o povo estava em pé na praia.

3-E falou-lhes muitas coisas por parábolas, dizendo: Eis que o semeador saiu a semear.

4-e quando semeava, uma parte da semente caiu à beira do caminho, e vieram as aves e comeram.

5-E outra parte caiu em lugares pedregosos, onde não havia muita terra: e logo nasceu, porque não tinha terra profunda

6-mas, saindo o sol, queimou-se e, por não ter raiz, secou-se.

7-E outra caiu entre espinhos e os espinhos cresceram e a sufocaram.

8-Mas outra caiu em boa terra, e dava fruto, um a cem, outro a sessenta e outro a trinta por um.

9-Quem tem ouvidos, ouça.

 

1-Outra vez começou a ensinar à beira do mar. E reuniu-se a ele tão grande multidão que ele entrou num barco e sentou-se nele, sobre o mar e todo o povo estava em terra junto do mar.

2-Então lhes ensinava muitas coisas por parábolas, e lhes dizia no seu ensino:

3-Ouvi: Eis que o semeador saiu a semear

4-e aconteceu que, quando semeava, uma parte da semente caiu à beira do caminho, e vieram as aves e a comeram.

5-Outra caiu no solo pedregoso, onde não havia muita terra: e logo nasceu, porque não tinha terra profunda

6-mas, saindo o sol, queimou-se e, porque não tinha raiz, secou-se.

7-E outra caiu entre espinhos e cresceram os espinhos, e a sufocaram e não deu fruto.

8-Mas outras caíram em boa terra e, vingando e crescendo, davam fruto e um grão produzia trinta, outro sessenta, e outro cem.

9-E disse-lhes: Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.

 

4-Ora, ajuntando-se uma grande multidão, e vindo ter com ele gente de todas as cidades, disse Jesus por parábola:

5-Saiu o semeador a semear a sua semente. E quando semeava, uma parte da semente caiu à beira do caminho e foi pisada, e as aves do céu a comeram.

6-Outra caiu sobre pedra e, nascida, secou-se porque não havia umidade.

7-E outra caiu no meio dos espinhos e crescendo com ela os espinhos, sufocaram-na.

8-Mas outra caiu em boa terra e, nascida, produziu fruto, cem por um. Dizendo ele estas coisas, clamava: Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.

 

 

Utilização livre desde que citando a fonte
Guedes, Ivan Pereira
Mestre em Ciências da Religião.
me.ivanguedes@gmail.com
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sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Natividade: Ilustrações – A Estrela

A próxima cena evangélica ilustrada por GustaveDoré (1832-1883) é a dos Magos do Oriente[1], que seguem a trajetória de uma estrela, que deverá indicar o lugar onde há de nascer o próximo rei dos judeus (Mateus 2.1-12).
            Na lógica destes Sábios onde mais deveriam procurar informações sobre o nascimento desse bebê do que no palácio real. Recebidos pelo então rei Herodes[2], que diante da pergunta imediatamente acorda toda Jerusalém, exigindo que seus assessores descubram onde o menino haveria de nascer. Mas para desgosto de Herodes lhe forneceram apenas informações genéricas encontradas nas palavras do profeta Miquéias: “Ó pequena cidade de Belém, você não é uma vila judaica sem importância, porque o Rei será levantado daí para dirigir o meu povo de Israel”.
            Mas a lógica humana sempre se frustra diante da sabedoria de Deus. O bebê rei estava nascendo na pequena e quase insignificante vila de Belém na região da Judéia[3], em uma humilde estrebaria, acercado de menosprezados pastores de ovelhas.
            Assim como aqueles Sábios as pessoas continuam buscando a Deus nos lugares errados, pois utilizam apenas suas lógicas – não encontram.
            Para encontrem Jesus aqueles homens tiveram que continuar seguindo a estrela. A forma de Deus nos conduzir a Jesus será sempre sobrenatural. Ele sempre haverá de colocar diante de nós a Sua estrela. Deus utiliza-se de pessoas e circunstâncias para nos conduzir a Jesus, para que possamos encontra-Lo e adorá-Lo!
            Com nossa lógica olhamos para o céu e não conseguimos distinguir uma estrela da outra – mas de repente, algo nos chama atenção, uma estrela destaca-se das demais – então somos atraídos e motivados a irmos na direção que ela nos indica e ao final deste caminho percorrido – encontramos Jesus!!
            A conversão será sempre um ato sobrenatural! Tentar explicar a conversão e a fé é tentar segurar o vento.
            Em relação a Jesus ou você crê que Ele é de fato o Salvador, ou, você continua a empreender sua lógica e acabara frustrado, pois jamais vai compreender.
O Natal é uma questão de fé!!
“Pois nós vimos a sua estrela nas distantes terras do Oriente, e viemos adorar ...".
           

Utilização livre desde que citando a fonte
Guedes, Ivan Pereira
Mestre em Ciências da Religião.
Universidade Presbiteriana Mackenzie
me.ivanguedes@gmail.com
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Outras Reflexões

[1] Como com Platão, os Magos foram pensados ​​como observadores do céu, estudiosos dos segredos da Natureza. Embora eles sejam chamados no original, μαγοι, mago, não devemos imaginar que eles eram o que chamamos feiticeiros ou alguém que manipulava a magia; esta designação era a forma apropriada em tempos antigos frequentemente dado a filósofos, ou homens de saber, em particular aqueles que estavam curiosos para examinar as obras da natureza, e observando os movimentos dos corpos celestes. De onde vieram, não podemos dizer. O nome foi também amplamente difundido neste momento para levar-nos a olhar com certeza para sua origem na Pérsia, e esse país está ao Norte e não a leste da Palestina. Todavia, a observação “dos céus” implícitas na narrativa estaria mais relacionada a Caldéia, em vez de Pérsia. As lendas populares que eram em número de três, e que eles eram reis, que representavam as três grandes dinástia dos filhos de Noé, e foram nomeados Gaspar, Melchior e Balthasar, são adições simplesmente apócrifos, originários provavelmente em representações dramáticas, e perpetuada pela arte cristã.
[2] Herodes, o Grande, filho de Antipater, nascido em Ascalon, cerca de 70 anos antes de Cristo. Segundo alguns, ele era judeu nativo; segundo outros, uma Idumeou pelo lado do pai, e pela mãe era um árabe. A opinião mais provável é que ele foi originalmente um Idumeou; mas que seus antepassados em algum momento tornaram-se prosélitos da religião judaica.

[3] Judéia, aqui, significa o distrito chamado assim a partir da tribo de Judá, segundo o qual, mais especificamente, da tribo de Benjamim, e se distingue de Samaria, Peréia, Traconites.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Natividade Ilustrações: O Nascimento

 
Continuamos apreciando as extraordinárias ilustrações natalinas produzidas por Gustave Doré (1832-1883). Anteriormente contemplamos a cena da Anunciação, onde o anjo comunica à jovem Maria que ela seria o instrumento pelo qual Deus haveria de encarnar o Filho para que pudesse viver entre nós.
A cena que se coloca diante de nós agora é a do Nascimento de Jesus. Havia chegado a hora, após uma viagem não programada, mas imposta ao casal, eles chegam na pequena vila de Belém, que por causa do recenseamento ordenado pelo Imperador romano, esta superlotada.
Após procurarem hospedagem mais adequada e não sendo possível, lhes foi oferecido uma singela estribaria. Instalados ali e lugar tão simplório as contrações que já haviam se iniciado, aceleram – é chegada a hora.
Então após muito esforço e dor ouve-se o choro do bebê recém-nascido!!
Enquanto isso, ali próximo, alguns pastores estão a cuidar de seus rebanhos, quando lhes surgem anjos celestiais cantando e anunciando que na pequena vila acabava de nascer um menino que seria o instrumento de pacificação entre o ser humano e Deus. Imediatamente eles afluíram para a pequena vila e ali ao redor da manjedoura completam a cena diante de nós.
Mas diante desta cena tão singela, mas também tão impressionante, podemos e devemos extrair algumas verdades que fazem toda diferença na nossa vida. Verdade que extrapolam o primeiro plano ótico e que se relacionam com o todo dos relatos bíblicos da Primeira parte e se completam na Segunda parte da Bíblia cristã. Nessa cena temos uma síntese do que realmente significa o Natal cristão.
Aqui podemos ver o Deus Eterno assumindo a plenitude de nossa Humanidade, com todas as suas fragilidades e limitações – ele nasceu como todos nós nascemos, de uma mulher; seu cordão umbilical teve que ser cortado; ele precisou ser amamentado, cuidado com carinho.
Aqui podemos contemplar a grandiosidade do amor de Deus; o quanto custou a Ele a nossa salvação, pois o Filho teve que abrir mão de toda a Sua glória divina, para viver a nossa vida e posteriormente morrer a nossa morte – que Amor é esse? Como podemos negligenciar tão grande sacrifício por nós?
Nesse Natal quero convidar você a contemplar, não a árvore de natal toda enfeitada, nem o colorido impressionante dos Shopping Center; mas quero te convidar a se deter diante desta singela cena da manjedoura; diante deste momento que rasgou a História humana em antes e depois. VENHA!

Utilização livre desde que citando a fonte
Guedes, Ivan Pereira
Mestre em Ciências da Religião.
Universidade Presbiteriana Mackenzie
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sexta-feira, 25 de março de 2016

A ÚLTIMA PÁSCOA JUDAICA E A PRIMEIRA CEIA CRISTÃ

Gustavo Doré - Bíblia Ilustrada
As areias da ampulheta do tempo de Jesus estão acabando rapidamente. Os eventos vão se acelerando a cada hora! Jesus esta reunido com seus discípulos mais íntimos para celebrarem Sua última Páscoa com eles (ainda que eles não se apercebam disso). Esta refeição feita anualmente por todos os judeus aqui vai se revestir de uma importância eterna, pois nela Jesus vai estabelecer um dos dois únicos sacramentos do Evangelho - a Ceia! De tudo que compõe a farta mesa da Páscoa Ele escolhe apenas dois e os mais comuns na mesa de qualquer família judia - o Pão [não é, apenas representa seu corpo que será pregado na cruz] e o Vinho [não é, apenas representa seu sangue que será derramado na cruz]. E suas palavras ainda ecoam pelos séculos até hoje - TOMAIS E COMEI E BEBEI - FAZEI ISSO EM MEMÓRIA DE MIM! E complementa: "ATÉ QUE EU RETORNE!"

quinta-feira, 24 de março de 2016

JESUS DEBATENDO COM OS FARISEUS SOBRE A QUESTÃO DOS IMPOSTOS


Em suas indas e vindas à cidade de Jerusalém, durante sua última semana, Jesus teve alguns embates com os fariseus e demais segmentos religiosos judaico. Uma destas discussões foi a respeito dos impostos - os judeus deveriam pagar impostos a um governo invasor, no caso os romanos? E Jesus responde de forma sábia: dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus!

sexta-feira, 18 de março de 2016

ENTRADA TRIUNFAL DE JESUS EM JERUSALÉM

           
Gustavo Doré - Bíblia Ilustrada
 Finalmente Jesus chega à cidade de Jerusalém! Havia descansado na singela vila de Betânia, e agora prepara-se para adentrar pela última vez na cidade de Davi, coração e alma da história israelita e onde está erigido o Templo, representação da presença de Deus entre seu povo, mas que a muito havia deixado de ser e se transformado em covil de ladrões e salteadores e do qual não ficaria pedra sobre pedra!

            No primeiro dia da semana, ao entrar pelos portais da cidade montado sobre um pequeno jumentinho, símbolo outrora de realeza, é ovacionado pela multidão de transeuntes, que lhe estendendo mantos e folhagem das palmeiras, gritam: Hosana! Hosana! O que vem em o nome do Senhor (Yavé)!! Na sexta-feira desta mesma semana Jesus estará sendo crucificado e parte destas pessoas estarão gritando: crucifica-o! crucifica-o!

Me. ipg 

A RESSURREIÇÃO DE LÁZARO

Gustavo Doré - Bíblia Ilustrada
Antecedendo sua última entrada em Jerusalém e desta vez, diferente das anteriores, sendo aclamado por uma multidão, Jesus ali próximo, na pequena vila de Betânia, realiza um de seus mais extraordinários milagres ao ressuscitar seu amigo Lazaro!

Se as autoridades religiosas judaicas já estavam planejando matá-lo muito antes disso, com a propagação desse milagre às vésperas da maior festa do calendário judaico, a Páscoa, os diversos segmentos religiosos judaicos, inclusive alguns antagônicos e inimigos irreconciliáveis, se unem pela primeira e única vez, para tratarem exclusivamente de como haveriam de prender e matar Jesus, sem causar uma convulsão popular.

Me. ipg

GUSTAVE DORÉ: A Bíblia em Imagens

Gustave Doré (1832-1883) foi um artista alsaciano,[1] que se especializou em ilustrações de livros. Nascido em Estrasburgo, França, em 6 de janeiro de 1832, ele começou sua carreira artística em Paris quando tinha apenas 15 anos de idade.[2] Seus desenhos e ilustrações foram inovadores e muito popular, embora ele nunca ganhou o aplauso da elite artística francesa. Em seus últimos anos, ele passou muito tempo em Londres, onde teve seus trabalhos amplamente reconhecidos como obras de pura arte, aqui abriu uma galeria muito popular, a Doré Gallery (New Bond Street) que permaneceu aberta continuamente em Londres durante 25 anos. Ele morreu em 23 de janeiro de 1883, com 51 anos.
Seus quadros das inúmeras cenas da Bíblia (238) o tornaram famoso em todo o mundo, com cerca de 1.000 (mil) edições, mas ele também produziu ilustrações para muitos outros livros, incluindo obras tais como Milton, Dante,[3] La Fontaine, Don Quixote, Baron Munchhausen. Mas também fez mais de 400 pinturas a óleo, centenas de aquarelas e dezenas de obras de escultura, incluindo um monumento a Alexandre Dumas que ainda hoje está em Paris.
Em seus estúdios ele e seus auxiliares produziram centenas de diferentes xilogravuras[4]que ilustram cenas de uma grande variedade de histórias bíblicas, tanto do Antigo Testamento (incluindo os apócrifos) e do Novo Testamento.
Suas ilustrações bíblicas foram publicadas pela primeira vez em 1865 na França e reimpresso no final do ano 1860 em vários países como Alemanha e Inglaterra. Inicialmente eram Bíblias muito grandes, pesadas e caras, contendo cerca de 240 ilustrações cada volume), mas com novas técnicas editoriais foram diminuindo de tamanho e preço. Em um período de quarenta anos (1860-1900) uma nova edição das ilustrações de Doré era publicada a cada oito dias! A maioria das ilustrações são idênticas em várias edições, mas algumas ilustrações não são encontradas em certas edições, assim como em outros casos há ilustração um pouco diferente relacionada à mesma referência bíblica.
As ilustrações de Doré foram extremamente populares na Europa e América nas últimas décadas do século XIX. Por exemplo, mais de 1,5 milhões de pessoas visitaram a Exposição Doré no Instituto de Arte de Chicago em 1896.[5] Vários editores também imprimiram coleções menores de suas ilustrações bíblicas sem o texto completo da Bíblia nas chamadas edições "Doré Galeria Bíblia".
Seu estilo artístico influenciou alguns dos maiores filmes bíblicos, especialmente aqueles de D. W. Griffith e Cecil B. DeMille. Na verdade, algumas das cenas de DeMille The Ten Commandments (1923-1956) parecem notavelmente semelhante à ilustração bíblica correspondente de Doré.[6]
Vincent van Gogh se refere a Doré como um "Artista do Povo", porque Doré levou sua arte através de seus fólios literários para o povo em geral.

Me. ipg


________________________________________
[1] Uma região da França na divisa com Alemanha e Suíça.
[2] Ele foi uma criança prodígio. Seus primeiros desenhos foram datados a partir de cinco anos de idade. As histórias de suas primeiras proezas artísticas são lendárias. Com a idade de 12 anos ele esculpiu suas próprias pedras litográficas, fazendo conjuntos de gravuras com histórias para levar com ele. Com apenas 16 anos, Gustave Doré foi o ilustrador mais bem pago em França. O editor Philipon publica o primeiro livro de Doré quando ele tinha apenas 15, uma sátira intitulada Os trabalhos de Hércules, onde Gustave fez todas as etapas do livro: escreveu o texto, fez os desenhos e gravou-os todos em pedra.
[3] O gênero horror como é conhecido hoje tem duas fontes principais - os escritos de Edgar Allan Poe e as gravuras de Doré para o Inferno de Dante. Nenhum livro dele havia sido vendido por mais de 15 francos franceses, mas o seu volume do Inferno de Dante, com 76 páginas gigantes, foram inicialmente vendidos por 100 francos, um preço exorbitante na época.
[4] Xilogravura significa gravura em madeira. É uma antiga técnica, de origem chinesa, em que o artesão utiliza um pedaço de madeira para entalhar um desenho, deixando em relevo a parte que pretende fazer a reprodução (um carimbo). Em seguida, utiliza tinta para pintar a parte em relevo do desenho. Na fase final, é utilizado um tipo de prensa para exercer pressão e revelar a imagem no papel ou outro suporte. Um detalhe importante é que o desenho sai ao contrário do que foi talhado, o que exige um maior trabalho ao artesão.
[5] Para se ter uma ideia desse feito, esses 1,5 milhões de pessoas que vieram ver a exposição Doré, foi alcançado em apenas oito meses da exposição, o recorde anterior para o comparecimento em qualquer museu de arte dos Estados Unidos para um ano inteiro tinha sido de 600.000 pessoas.

[6] Além desse há referências também em outros filmes: King Kong, Great Expectations, e mais recentemente  Amistat, Seven e What Dreams May Come.